"Quando contemplo os teus céus, obra de teus dedos, a lua e as estrelas ali firmaste, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?"
(Salmos 8.3 e 4)
Lucas Alves
"Quando contemplo os teus céus, obra de teus dedos, a lua e as estrelas ali firmaste, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?"
(Salmos 8.3 e 4)
Muito bem, estarei deixando aqui mais um texto sobre vida sentimental, não costumo fazer isso, mas vou atender a pedidos rsrsrs...
Com relação a vida sentimental não é diferente, também temos o livre arbítrio, ou seja o direito de escolher e viver de nossa escolha...
Creio que Deus nos permite conhecer pessoas maravilhosas, por "acaso" Rute não acabou indo parar no campo de boas? e por "acaso" boas não foi aos campos aquele dia? acaso não teria sido a mão de Deus? já que os dois foram parte da geração de Jesus?
E como fez com o servo de Abraão, pode nos ajudar a escolher:
" esta seja a mulher que o SENHOR designou ..." (Génesis 24. 44) designar significa: indicar, mostrar, fazer conhecer, apontar...
Deus mostrou a ele, que já tinha orado antes, para ter um bom encontro, uma pessoa de acordo com o que ele pediu. Mas assim como ele fez, cabe a nós observar e decidir com quem queremos passar a nossa vida. Para depois não acabar fazendo como Adão, que quando questionado por seu erro disse: "..foi a mulher que TU me deste..."
A bíblia é bem clara quando diz: "...livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. " 1 Coríntio 7:39 isso diz a respeito de qualquer pessoa.
Porque no Senhor? Lá em números é até mais claro quando diz: "da família de teu PAI", porque alguém de Deus deve se casar com alguém de Deus? para responder, vou deixar um exemplo bem absurdo... imagine um pescador de baleias se casando com alguém do green peace...
Imaginou? viveriam em constante conflito, porque um considera absolutamente normal um ato que o outro abomina... deu pra entender né...
Outra coisa importante é que hoje tenho visto muitos casamentos fracassarem porque foram feitos por motivos errados... casaram-se por medo de ficarem só, por que a pessoa era "legal e de Deus", porque queriam sair da casa dos pais, até mesmo porque sonhavam com uma família, mas como Paulo disse: sem amor de nada vale...
Pessoas tem se casado sem amor, certa vez uma pessoa antes de casar ainda dizia cheia de duvidas: " ...era pra ser um dia tão feliz... a pessoa é bem legal sabe... é de Deus...talvez de certo..."
Este tipo de afirmação não mostra amor... e eu sempre aconselho: " se não for por amor, não case!" casamento não é pra ser um teste: "vamos ver no que vai dar... se não der é só separar..."
casamento segundo Deus, só é caso pra separação se houver traição, pois nem mesmo Deus suporta traição. Fora isso, é pra ser benção, e até que a morte os separe...
Sem amor não há casamento que resista...
...pois haverão dias dificeis, não será um mar de rosas, e nestes dias a única coisa que te faz permanecer é o amor. Deus é amor, um casamento sem amor é um casamento sem a benção de Deus...sem sua presença...
Você tem o livre arbitrio pra escolher, a ajuda de Deus pra conhecer, o tempo que quiser pra decidir, mas quando o fizer, que seja verdadeiro,seja por amor e que a única carta de divórcio entre vocês,seja a grama verde sobre a sepultura um do outro...
Que seja verdadeiramente: até que a morte os separe!
Porque familia é sonho de Deus...
(Fernanda Medeiros)
Vizinhos, ter ou não ter... eis a questão!
O título é engraçado, eu confesso. Mas quem nunca teve uma confusãozinha, ou um desentendimentozinho (com o perdão do vocabulário). O “inho” foi colocado de propósito, por geralmente não passar de uma leve picuinha. Aproveitando o vocabulário meio singular deixe mostrar-lhe o sinônimo da palavra vizinho que eu encontrei nos dicionários por aí; Vizinho quer dizer limítrofe, ou análogo... Tudo bem vai! Também quer dizer: aquele que está próximo, ou semelhante. Essa relação embora às vezes conturbada, tem um valor inestimável para nossa formação como pessoa e inclusão na sociedade.
Quem nunca teve um vizinho melhor amigo? aquele que agente pode contar segredos, jogar botão até tarde da noite, trocar figurinhas, viver as perdas e também chorar junto...
Na fase adulta as coisas são mais enredadas, não se conversa tanto, não se convida tanto pra tomar aquele café. Mas há quem ainda preze por manter um bom relacionamento com sua vizinhança. Eu sou um deles, e apesar de esses anos todos ter tido todo tipo de vizinhos, me considero uma pessoa de sorte. Vejo muito de tudo isso que eu escrevi em meu dia a dia. Essa relação de amor e ódio entre vizinhos. Meus vizinhos de frente são uma verdadeira comédia. Um deles possui uma quantidade um tanto quando exagerada de lindos cachorrinhos que por sinal possuem um enorme fôlego para latir.
O detalhe é que eles fazem isso tarde da noite e de manhãzinha. rsss....
Você já sabe o final da história? Não? Em plena uma hora da matina o outro camarada solta seus belos gritos de "cala boca cachorrada!" acordando todo mundo.
...Só dando risada mesmo. Mas tudo para por aí. Durante o dia um sorri para o outro como se estivesse tudo bem. Apesar de tudo, os vizinhos, são além dos cachorros, das contas e da sogra... instrumentos de Deus para nossa vida e crescimento espiritual! A bíblia possui alguns vizinhos famosos: 2Reis 4, Lucas 1, João 9...
Por falar nisso, seu vizinho conhece o evangelho, você já orou por seu vizinho hoje? Atualmente, nessa correria do dia a dia, agente mal fala com os parentes quem dirá com o carinha lá da frente.
Pare um instante, converse... ore por ele. Faça como nossas avós:
"Fulano você tem um bucadim de açúcar pra me emprestar?"
(Postado por Bruno Alarico)
Este texto me fez lembra da frase:
"O homem já foi a lua, mas não consegue atravessar a rua e conhecer seu vizinho"
...assisti recentemente um filme maravilhoso sobre este assunto, fala exactamente sobre vizinhança e evangelismo, se quiser conferir também deixo aqui a dica:
"Um homem chamado Normam"
da BV filmes:
(Fernanda Medeiros)
Deus disse para fazermos
todas as coisa com amor...
Fred e marta voltavam pra casa após um culto na igreja...
"Fred", disse marta, "Você notou que o sermão do pregador hoje foi um pouco fraco?"
Ele respondeu: "Não. Realmente não"
Marta:"Bem, então notou que o coral estava desafinado?"
Fred: "Também não..."
Marta: "Com certeza percebeu o jovem casal com os filhos bem a nossa frente fazendo barulho o culto inteiro?!?"
Fred: "Desculpe querida, mas não notei..."
Por fim, com desgosto, Marta disse:
"Honestamente Fred, não sei porque você se dá o trabalho de ir a igreja!"
Não sei onde ouvi esta história, mas além de ser engraçada, infelizmente tem sido realidade na vida de muitas pessoas...
As vezes temos cobrado de Deus a falta de conversão em nossa família, mas o que temos dito a elas após virmos de um culto? onde estavam os nossos olhos durante o culto???
Durante a oração estávamos pensando se a calça do pastor estava mesmo com duas quinas...
na pregação da palavra estávamos conferindo se nossos pés ainda tinham cinco dedos...
durante o louvor tentávamos saber se a roupa do ministro era a mesma da semana passada...
E você? onde estão seus olhos durante o culto?
ou melhor...
Onde esta o seu coração?!?
(fernanda medeiros)
E aqui os do autor max lucado, explicando sobre o amor de Deus para os pequeninos:
Era uma vez, um povo chamado xulingo. Os xulingos eram pequenos seres, feitos de madeira. Toda essa gente de madeira tinha sido feita por um carpinteiro chamado Eli. A oficina onde ele trabalhava ficava no alto de um morro, de onde se avistava a aldeia dos xulingos.
Cada xilungo era diferente dos outros. Uns tinham narizes bem grandes, outros tinham olhos enormes. Alguns eram altos, e outros bem baixinhos. Uns usavam chapéus, outros usavam casacos. Todos eles, porém, tinham sido feitos pelo mesmo carpinteiro e moravam na mesma aldeia.
E o dia inteiro, todos os dias, os xulingos só faziam uma coisa: colocavam adesivos uns nos outros. Cada xulingo tinha uma caixinha com adesivos dourados, em forma de estrela, e uma caixinha com adesivos cinzentos, em forma de bola. Em toda aldeia, indo e vindo pelas ruas, os xulingos passavam dia após dia colando estrelas e bolas uns nos outros.Os mais bonitos, feitos de madeira lisa e tinta brilhante, sempre ganhavam. Mas, se a madeira era áspera ou se a tinta descascava, os xulingos colocavam bolas cinzentas.
Os xulingos que tinham algum talento também ganhavam estrelas.
Alguns xulingos, porém, não sabiam fazer muita coisa. Esses ganhavam bolinhas cinzentas.
Marcelino era um desses. Ele tentava pular bem alto como os outros, mas sempre caia. E, quando caia, os outros xulingos se juntavam à volta dele e lhe davam bolinhas cinzentas.
Às vezes, quando caía, sua madeira ficava arranhada, e, assim, os outros colavam mais bolinhas cinzentas nele.
Aí, quando ele tentava explicar porque tinha caído, dizia alguma coisa do jeito errado, e os xulingos colocavam mais bolinhas cinzentas nele.
Depois de algum tempo, Marcinelo tinha tantas bolinhas que nem queria sair de casa. Tinha medo de fazer alguma bobagem, porque os xulingos iriam colar nele mais uma bolinha .
- Ele merece ficar coberto de bolinhas cinzentas – as pessoas de madeira diziam umas às outras. – Ele não é um bom xulingo.
Depois de algum tempo, Marcinelo começou a acreditar neles. E vivia dizendo:
- Eu não sou um bom xulingo. Certo dia, Marcinelo encontrou uma xulinga diferente de todas que ele conhecia. Ela não tinha nem estrelas nem bolinhas. Só madeira.
O nome dela era Lúcia.
E não era porque outros xulingos não tentassem colar adesivos em Lúcia. É que os adesivos não ficavam.
É assim que eu quero ser, pensou Marcinelo. Não quero ficar com as marcas de outras pessoas.
Então, ele perguntou à xulinga que não tinha adesivos como é que ela conseguia ficar assim.- É fácil – respondeu Lúcia – todo dia, vou visitar Eli.
- Eli?
-Sim, Eli, o carpinteiro. Fico lá na oficina com ele.
- Por quê?
- Por que você não descobre por si mesmo? Suba o morro. Ele está lá em cima. E, dizendo isso, a xulinga que não tinha adesivos virou e foi embora, saltitando.
- Mas será que ele vai querer me ver? – gritou Marcinelo. Lúcia não ouviu. Assim Marcinelo foi para casa. sentou-se junto à janela e observou toda aquela gente de madeira andando de um lado para outro, colando estrelas e bolinhas uns nos outros.
- Isso não é certo. – disse ele baixinho para si mesmo.
E decidiu ir ver Eli.
Marcinelo subiu pelo caminho estreito até o alto do morro e entrou na enorme oficina. Seus olhos de madeira se arregalaram com o tamanho das coisas. Ele engoliu em seco.
- Eu não fico aqui não! – e virou-se para ir embora.
Foi então que ouviu alguém dizer seu nome.
- Marcinelo? – a voz era profunda e forte.
Marcinelo parou.
- Marcinelo! Que alegria ver você. Chegue mais! Quero ver você bem de perto.
Marcinelo virou bem devagar e olhou para o enorme carpinteiro.
- Você sabe o meu nome? – perguntou o pequeno xulingo.
- É claro que sei. Fui eu que fiz você.
Eli se curvou, levantou Marcinelo e o colocou sentado no banco.- Huummm! – disse pensativo o carpinteiro, olhando para todas aquelas bolinhas cinzentas. – Parece que você recebeu muitos adesivos ruins.
- Eu não queria que isso acontecesse, Eli, eu me esforcei para ganhar estrelas.
- Você não precisa se defender comigo, amiguinho. Eu não me importo com o que os outros xulingos pensam.
- Não?
- Não, e você também não precisa se importar. Quem são eles para dar estrelas ou bolinhas? São apenas xulingos como você. O que eles pensam, não importa, Marcinelo. A única coisa que importa é o que eu penso. E eu penso que você é muito especial.
Marcinelo deu uma risada.
- Eu, especial? Por que? Não sei correr. Não consigo pular. Minha tinta está descascando. Por que eu seria importante para você?
Eli olhou para Marcinelo, colocou suas mãos enormes naqueles pequenos ombros de madeira, e disse bem devagarinho:- Porque você é meu. Por isso, você é importante para mim.
Nunca ninguém havia olhado assim para Marcinelo – Muito menos o seu Criador. Ele nem sabia o que dizer.
- Todo dia, tenho esperado a sua visita – explicou Eli. – Eu vim porque encontrei alguém que não tinha marcas. – Disse Marcinelo.
- Eu sei. Ela me falou sobre você.
- Por que os adesivos não colam nela?
O criador dos xulingos falou bem mansinho:
- Porque ela decidiu que o que eu penso é mais importante do que o que eles pensam. Os adesivos só colam se você deixar que colem.
- O quê?
- Os adesivos só colam se eles forem importantes para você. Quanto mais você confiar no meu amor, menos vai se importar com os adesivos dos xulingos.
- Acho que não estou entendendo.
Eli sorriu e disse:
- Você vai entender, mas levará tempo. Você tem muitos adesivos. Por enquanto, basta vir me visitar todo dia, e eu lhe direi como você é importante para mim.
- Eli ergueu Marcinelo do banco e o colocou no chão.
- Lembre-se – disse Eli quando o xulingo saía pela porta, - Você é especial porque eu o fiz. E eu não cometo erros.
Marcinelo nem parou, mas lá no fundo de seu coração pensou: acho que ele realmente se importa comigo.
E, quando ele pensou assim, uma bolinha cinzenta caiu ao chão.Este livro infantil de max lucado, agora também pode ser encontrado em dvd, uma história muito linda para ser contada aos nossos alunos,que muitas vezes se sentem inferiores,diferentes, assim entenderão que Deus os ama do jeitinho que são...
Estarei criando mais um marcador na barra de assuntos do ministério infantil sobre blogs e dvd´s de historias para crianças.
...Que criança não gosta de ouvir uma boa história?
Eu mesma cresci ouvindo muuuuitas historinhas de meus pais, talvez por isso sempre acabo contando alguma... rsrsrsr...
(fernanda medeiros)