Seja bem vindo...

"...agradeço a você, caro leitor, que de tantos jardins que podias visitar, escolheu este. Fico honrada.Espero que sua estada seja agradável. Que as coisas familiares lhe pareçam novas, e as coisas novas, familiares. Fique o tempo que desejar. Se encontrar uma rosa que valha a pena, sinta-se á vontade para colhê-la. Se encontrar algo que mereça ser compartilhado, por favor, compartilhe. E, quem sabe? Adão ouviu Deus falar num jardim; talvez o mesmo lhe aconteça..." (palavras retiradas do livro:ouvindo Deus na tormenta-max lucado)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Almas que se vão...

Encontrei este texto abaixo no blog de minha amiga virtual Danny Ellias, do  blog: http://dannyhope.blogspot.com/ e achei muito forte...
Paremos de perder tempo...
Aqui esta:
“Numa tribo indígena, um jovem se preparava para ser o cacique. Era moço inteligente, ágil e com forte espírito de liderança. Seu corpo atlético e hercúleo faziam dele a esperança de toda a tribo. Entretanto, uma doença indomável e avassaladora estiolou as suas forças, minou o seu vigor e tirou o brilho dos seus olhos. Toda a tribo, aflita, buscou os recursos disponíveis para salvar a vida do futuro cacique. Mas foi tudo em vão. A doença não retrocedia. O jovem, então, com o corpo surrado pela doença, os olhos perdidos no infinito e a certeza da morte iminente, aproximou-se de sua velha mãe e perguntou-lhe: "Mamãe, para onde eu irei quando morrer? O que será da minha alma?". A mãe aflita respondeu: "Meu filho, eu não sei". Os dias se passaram, e o jovem, agora com o corpo macérrimo e olhar baço, já no colo da mãe, com a voz fraca, perguntou-lhe: "Mamãe, estou morrendo. Para onde vai a minha alma? O que será de mim quando eu morrer?". A mãe, chorando, apertou-o contra o seu peito e disse: "Meu filho, eu não sei, eu não sei". O jovem, não resistindo à enfermidade, morreu sem saber para onde ia. Meses depois, chegou àquela tribo um missionário pregando o Evangelho, falando sobre o céu, a vida eterna e a certeza da salvação. Enquanto o missionário pregava essas boas novas de salvação, saiu de uma palhoça uma mulher idosa, com o rosto sulcado de dor e os olhos inchados de tanto chorar; ela correu em direção ao missionário, agarrou-o pelos braços, sacudiu-o violentamente e gritou: "Por que você não veio antes? Por que você não veio antes?". Era a mãe do jovem que morrera sem saber para onde ia. É muito frustrante chegar atrasado. É doloroso chegar tarde demais. Ou alcançamos a nossa geração para Jesus, ou então teremos fracassado em nossa missão.
E por isso que precisamos de poder, do poder do Espírito, para sair do nosso comodismo, para orar por missões, para contribuir com missões e para fazer missões aqui e além fronteira, antes que seja...
 TARDE DEMAIS”.
( Pentecostes – O Fogo que Não Se Apaga, Hernandes Dias Lopes)

2 comentários:

Cristina Labre disse...

Nanda esse texo é fortissímo, e serve-nos de alerta! pois o importante não é como morremos, mas para onde a nossa alma vai. e esta na hora de sairmos do nosso comodismo mesmo, e começamos a falar de Jesus até no âmbitos que vivemos, na faculdade , escola, familia trabalho e etc. pois um ia nos prestaremos contas daqueles que esteve conosco e não falamos de Jesus para elas.

Bjs Nadinha!

nanda disse...

Oi Cris!

Bom te ver!
Também achei este texto muito forte...
Que toda igreja desperte para alcançar os perdidos enquanto ha tempo.Não é mesmo preciso ir muito longe, basta olhar a nossa volta.Muitas vezes pessoas tão próximas a nós ainda não foram alcançadas...

Deus te abençoe!
Ótimo final de semana.
bjks

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